Idoso é vítima de estelionato em Piranguinho-MG; Novo golpe na praça.

Ontem, dia 12 de maio, na cidade de Piranguinho-MG, um senhor de 84 anos foi vítima de estelionato. 

Uma mulher, se passando por funcionária do banco do Brasil, ligou no telefone fixo da vítima dizendo que seu cartão de débito do banco do Brasil havia sido clonado; No qual a própria mulher disse para a vítima ligar no número de telefone 08007290001, central de atendimento do Banco do Brasil, para bloquear o cartão; 

Ocorre que o número indicado é mesmo pertencente ao Banco do Brasil, mas não sabe bem informar por qual razão, a ligação tenha sido desviada de alguma forma, a chamada foi atendida por um homem que também era estelionatário e esse disse-lhe que mandaria até sua casa um mensageiro chamado Marcelo Mattos para o qual deveria se confirmar o código nº6565 e que esse mensageiro pegaria o cartão e senha para fazer o bloqueio.

Assim cerca de quinze minutos depois, um cidadão, magro, alto, moreno, cabelo cortado baixo, apareceu na sua casa e pegou seu cartão e senha. Logo após, por desconfiar do ocorrido, a vítima ligou para o banco e ficou sabendo que havia caído num golpe e que já tinham gastado cerca de R$ 5.000,00 (Cinco Mil Reais) da sua conta com compras em uma loja desconhecida. Neste momento seu cartão foi bloqueado.


Golpe em Brazópolis-MG

Em Brazópolis-MG ocorreram dois golpes de cartões do Banco do Brasil. A primeira vítima entregou o cartão com senha e ficou no prejuízo de R$ 2 mil reais. A outra vítima desconfiou e ligou para a Polícia Militar. Quem foi pegar o cartão da primeira vítima foi a pé, possivelmente para não ter o veículo identificado. o autor do crime que pegou o cartão é baixo, moreno, forte, calvo, e jovem com barba bem feita.



O mesmo ocorreu Brazópolís-MG e representante do Banco do Brasil enviaram essa mensagem para seus clientes:

Prezados, clientes.
Meliantes tem roubado dados bancários de alguns clientes do Banco do Brasil na cidade de Brazópolis-MG da seguinte forma:

1) Ligam em um telefone fixo, mentindo serem do Banco do Brasil;

2) Mentem que há movimentações em sua conta corrente;

3) Te orientam a passar os dados do cartão e senha; aqui, quando o cliente desconfia, eles pedem para ligar no 0800 atrás do cartão.

Acontece que, quando o cliente vai ligar para o 0800 do Banco do Brasil, põe o telefone no gancho e concomitantemente tenta discar nosso número, porém, o bandido não desliga o telefone do outro lado da linha e por uma falha das operadoras, quem "atende" a chamada é o próprio bandido. Logo, o cliente achando ser do Banco do Brasil, se sente seguro para passar os dados. Em seguida, o infrator avisa que um funcionário do banco irá à residência pegar o cartão. 
NÃO CAIAM NESSA! NA DÚVIDA, CHAMEM A POLÍCIA E NOS PROCUREM NA AGÊNCIA.


Ultimamente tem sido muito comum, ouvir e ver, diversas pessoas comentando sobre o estado de corrupção que o Brasil se viu passar nos últimos anos.

Em um país que, no meio político, ser corrupto é quase como uma regra, fica o questionamento: A corrupção, é um legado do brasileiro? O que leva o brasileiro a cometer deslizes de conduta?

Você, já deve ter conhecido um indivíduo que, de modo algum, aceita uma “derrota”, ou simplesmente, aceita se manter no seu status quo.

Por que querer sempre levar vantagens nas coisas do cotidiano? Sonegar impostos e outros aspectos passou a ser conduta tão comum, que tem sido cada vez menos reconhecido o agente estelionatário.

O estelionato é uma infração penal, acredite, muito comum, que envolve o induzimento a erro, a enganação, o golpe, condutas ardilosas, e etc.


O Código Penal tipifica o delito de estelionato por meio da seguinte redação constante de seu art. 171, caput, in verbis:

“Art. 171. Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. ”

Entendimento de Rogério Greco no seguinte sentido:

“Desde que surgiram as relações sociais, o homem se vale da fraude para dissimular seus verdadeiros sentimentos e intenções para, de alguma forma, ocultar ou falsear a verdade, a fim de obter vantagens que, em tese, lhe seriam indevidas”.

Demonstra-se que o estelionato não há subtração ou violência física ou moral, existe a cooperação da vítima, vez que foi iludida, mediante os meios fraudulento ou ardil.


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