Mensagem promissora na Omigron

Postado na quarta-feira, 8 de dezembro de 2021 às 02:58

As vacinas anti-Govt podem ser mais eficazes contra o Omicron, que não parece ser mais perigoso do que o Delta, que está se espalhando mais pelo mundo, disseram cientistas da OMS e da Casa Branca à AFP.

“Não há dúvida de que as vacinas atuais protegem os pacientes com a forma Omicron de formas graves de Govit-19”, disse o gerente de emergência da OMS, Michael Ryan, em um comunicado na noite de terça-feira. Entrevista rara com a AFP.

“Temos as vacinas mais eficazes que até agora se mostraram poderosas contra todas as variantes com base na gravidade da doença e da hospitalização, e não há razão para acreditar que não o seja.” A descoberta de Omigran levanta ventos de pânico na África do Sul no final de novembro, enquanto o doutor Ryan é martirizado.

No entanto, ele reconheceu que as vacinas podem ser menos eficazes contra o Omigran, que se caracteriza por um número muito alto de mutações. Mas “isso é altamente improvável” pode escapar completamente da proteção fornecida pelas vacinas.

– Início do estudo –

O funcionário da OMS frisou que este foi o início de um estudo de variação que só foi descoberto em 24 de novembro pelas autoridades sul-africanas e, desde então, foi encontrado em dezenas de países.

“O comportamento geral que vimos até agora não mostrou um aumento na gravidade. Na verdade, algumas partes da África do Sul relatam sintomas leves”, enfatizou o médico.

O cientista norte-americano disse à AFP na terça-feira que era “quase certo” que a Omicron não causaria eventos mais sérios que o Delta, acrescentando que seria necessário esperar “pelo menos duas semanas”. “Há alguns indícios de que isso pode ser ainda menos sério”, disse ele.

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No entanto, de acordo com o Dr. Fassi, Omigron é “claramente mais contagioso” do que Delta.

– Restrições de tráfego –

A origem desta variação tem causado algum pânico, especialmente na Europa nas garras de uma quinta onda massiva de casos Covit-19 já causados ​​pela variação delta.


Muitos países ao redor do mundo anunciaram o fechamento de fronteiras, especialmente para os sul-africanos, o que irritou Pretória, que condenou a distribuição injusta.

Na terça-feira, a Comissão Europeia pediu a 27 pessoas que consolidem seus controles em face das preocupações com a erupção do Covit-19 e do Omigron, e novamente os exortando a acelerar as campanhas de vacinação.

Enquanto isso, o Brasil rejeitou nesta terça-feira a necessidade de certificação de vacinação para estrangeiros que venham a seu solo, após comparar a medida recomendada pelo regulador sanitário presidente Jair Bolsanaro para “coleira” para animais.

“Não se pode discriminar entre vacinados e não vacinados (…) A ciência já sabe que as vacinas não previnem completamente a propagação do vírus”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Guerrero, após reunião interina com o presidente.

No entanto, ele reconheceu que seus números não foram suficientes para derrotar a vacina do Brasil, mas disse que não.

A Noruega anunciou na terça-feira o fortalecimento das medidas de saúde para combater o surto de casos do Govt-19, especialmente para um pequeno número de pessoas que participam de eventos domésticos, incluindo as festas de Natal.

– Crianças mais afetadas –

Perante o ressurgimento da epidemia na Europa, a OMS apelou agora a uma melhor protecção das crianças das idades mais vulneráveis, mantendo a vacinação obrigatória da população como “último recurso absoluto”.

Para evitar o fechamento de novas aulas e o retorno à educação à distância, a filial europeia da organização aconselha as escolas a fortalecer os testes e a considerar a vacinação de crianças em idade escolar.

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A Comissão de Saúde Portuguesa recomendou que as crianças dos cinco aos onze anos fossem vacinadas contra o Covit-19, uma das taxas de vacinação mais elevadas do mundo, e Portugal está a registar um aumento da poluição.

Como o número de casos na Espanha continua aumentando, as autoridades de saúde espanholas aprovaram a vacinação de crianças entre cinco e onze anos, que acontecerá a partir de 15 de dezembro.

Cuba aprovou o uso emergencial da vacina Soperana Plus para crianças maiores de dois anos em recuperação do Govt-19.

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